Um dia, quando o cidadão brasileiro parar para pensar qual é o seu poder, vai entender que ele se resume ao momento do voto, exercido a cada quatro anos. O voto do eleitor garante ao eleito o direito de receber altos salários e, muitas vezes, trabalhar pouco, levando vida de rei, com café da manhã, almoço, jantar, moradia, passagens aéreas e equipe de funcionários. Tem ainda o poder de destinar dinheiro público para onde quiser, desviando a função de legislar para gravar e editar vídeos que impressionam a população.
Esses conteúdos, muitas vezes com informações distorcidas, são vistos como solução para os problemas. No cenário atual, usa-se com frequência o nome de Deus e de Jesus Cristo, enquanto políticos eleitos seguem causando prejuízos ao Brasil. O eleitor, por sua vez, é ingênuo ao acreditar que um único homem pode melhorar sua vida, mesmo quando vota contra os próprios interesses. Quando são cobrados, muitos se colocam como vítimas e transferem a culpa ao cidadão.
Há prejuízos causados por parte dos nossos políticos que acabam sendo pagos pela população. Promessas de campanha, na prática, não se concretizam e são construídas de forma a convencer grande parte da população. Quem lucra com a desgraça alheia não demonstra pudor nem temor, mesmo utilizando o nome de Deus. A sociedade, muitas vezes, é injusta com aqueles que contribuíram para o progresso e para projetos que beneficiam a coletividade.
É fundamental que a população busque conhecimento e invista na educação de seus filhos, compreendendo que o desenvolvimento de um país passa pela formação de cidadãos conscientes. O texto bíblico “meu povo perece por falta de conhecimento”, em Oséias 4:6, reforça essa ideia ao destacar que a destruição ocorre pela rejeição ao conhecimento. Quando falta preparo, a responsabilidade também recai sobre quem foi escolhido para representar o povo e não cumpre seu papel.Quem ocupa cargo público e não promove melhorias para a sociedade não merece permanecer nele. Ao pedir voto de confiança, o compromisso deve ser com a população e com o uso correto do dinheiro público. Nos últimos tempos, observa-se um cenário de divisão, em que responsabilidades são evitadas e conflitos são estimulados. Enquanto isso, o cidadão comum acorda cedo para trabalhar por um salário mínimo, enfrentando dificuldades diárias.Diante disso, é preciso reflexão. Não se pode agir como torcedor que apenas critica, nem como quem apenas aponta erros sem assumir responsabilidades. O eleitor é cobrado em todas as áreas da vida, enquanto muitos erros na política ficam impunes. O poder está no voto.
Editorial: O poder do eleitor está no voto
Um dia, quando o cidadão brasileiro parar para pensar qual é o seu poder, vai entender que ele se resume ao momento do voto, exercido a cada quatro anos. O voto do eleitor garante ao eleito o direito de receber altos salários e, muitas vezes, trabalhar pouco, levando vida de rei, com café da manhã, […]
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- 13/05/2026
- Atualizado às 16:47
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