
O centro de Ceilândia carece de benfeitorias, tema que este Jornal cobra há décadas. Recentemente, denunciamos o estado do corredor entre as lojas, onde a cobertura acrílica esfarelava sob o sol; logo, uma proteção de qualidade foi instalada. Agora, a comunidade conta com um abrigo digno neste período de chuvas.
Outro ponto essencial é a recuperação das calçadas, como as da QNM 18, voltadas para a Avenida Hélio Prates.
A tendência do consumidor é abandonar comércios que descuidam do atendimento e da estrutura física. O centro é o coração da cidade e a primeira impressão é a que prevalece. Quem deseja comprar e indicar novos clientes não quer saber se a culpa pelo abandono é do empresário ou do GDF.
Embora existam limites legais entre a porta da loja e a via pública, fica a sugestão: se o comerciante quer faturar mais, não custa caro tapar os buracos de sua calçada com cimento. O cliente agradecerá com sua fidelidade.
