Publicado em: 26/07/2016 - 19:41:48
Brucutu e Lindinha são legítimos representantes da tribo que invadiu a Granja do Torto






Brucutu e Lindinha são legítimos representantes da tribo que invadiu a Granja do Torto 





Além de capital do rock, Brasília já pode ostentar o apelido de “capital da moto”. A cidade é palco do terceiro maior encontro de motociclistas da América Latina – atrás apenas dos badalados Daytona Bike Week e Sturgis Motorcycle Rally, ambos realizados nos Estados Unidos. Após ganhar um upgrade no status, o Brasília Capital Moto Week movimenta a Granja do Torto até 31 de julho com 53 shows e muitas atrações.


Em sua 13ª edição, o evento dá destaque ao público feminino. “Uma das principais apostas para 2016 é o Espaço Lady Bikers, totalmente focado nas mulheres que prestigiam nosso evento”, explica a organizadora Juliana Jacinto. “A demanda para serviços exclusivos cresceu por conta da maior presença delas no evento. E não é porque é motociclista e apaixonada belo mundo das duas rodas, que não é vaidosa. Ao contrário, gostamos de cuidar da beleza, usar maquiagem e bijuterias, beber espumante”, diz. Quem passa pela área pode encontrar desde uma filial do salão Helio Diff até um auditório onde workshops como “Dicas de Maquiagem para usar nas Estradas” são ministrados.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Organizadores do evento, Marco Antônio e Juliana comemoram sucesso da bike week




Frequentadora de encontros de moto, a gaúcha Magali Barbiani aproveitou a estrutura para renovar a manicure. “Conheci meu namorado nessa tribo dos motociclistas. Ele vem, acampa com um motoclube e eu adoro. E também tenho várias amigas que participam. Até combinamos um encontro no MotoPub mais tarde”, conta.



O MotoPub indicado por Magali é outra grande novidade dessa edição. Com capacidade para atender até 500 pessoas, o bar patrocinado por uma importante marca de cerveja vira uma grande boate com DJ.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

A gaúcha Magali Barbiani aproveitou a estrutura para renovar a manicure



Outra inovação é o Saloon totalmente inspirado no Velho Oeste americano. A estrutura comporta uma barbearia especializada em serviços à moda antiga. As barbas detalhadas e o corte com efeito degradê foram os principais pedidos nos primeiros dias de evento, revela o barbeiro Thiago Araújo.


Vizinho ao salão está o Harley Rock Saloon, restaurante e bar que conta com touro mecânico, mesas de sinuca, música ao vivo e menu pensado para agradar os mais apaixonados por moto – os drinks tem nomes cheios de referências ao universo como Café Racer, Route 66, Sturgis Booster e 1903 Milwaukee.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Thiago Araújo em frente à Barbearia Dom Cabral: cortes à moda antiga



É bem na saída do Harley Rock Saloon que o grupo de motociclistas de Santa Catarina chama atenção. Ao todo são nove integrantes de três motoclubes: Caldeira Negra, Canos Fumegantes e Seara Motoclube. Jaques Zorzetto anda de moto há 14 anos; Adriano Pydd, há 15; Ernani Longhi acumula 12; Luiz Jr, há 4; Carlos Weis tem mais de duas décadas de paixão pelas motos e Fábio Guillen pilota há 21 anos.



“O cansaço da viagem foi facilmente superado pelo evento. Ficamos na estrada por três dias, mas valeu a pena e já queremos voltar em outras oportunidades. Estamos acampados no camping local, curtindo os shows e as praças de alimentação”, elogia Fábio. Questionados sobre o fator econômico, eles acreditam que os valores não estão inflacionados. “Aqui não tem crise e também não se percebe uma exploração de preços em cima do motociclista”, aponta Adriano.



Em sua terceira visita, Ernani acredita que o evento já tem uma forte presença nacional. “Tem gente de todas as partes do Brasil e de vários outros países. É um encontro com selo brasileiro e que a gente espera o ano todo para chegar e poder reencontrar os amigos.”



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Integrantes dos motoclubes Caldeira Negra, Canos Fumegantes e Seara aprovaram o segundo dia de evento



“Este ano, aumentamos o espaço do evento para 250 mil metros quadrados. Essa mudança ocorreu porque o número de motociclistas fixos e motoclubes cresceu”, revela o idealizador do projeto, Marco Antônio. “Ao todo são 1,5 mil do Brasil e de países da América Latina, dos Estados Unidos, Canadá e da Europa e nossa expectativa é receber 650 mil pessoas nos 10 dias de evento. Vai ter muito amor a duas rodas com certeza”, brinca Marco.


Um dos momentos mais tradicionais do Brasília Capital Moto Week, o passeio motociclístico, também deve ganhar destaque na programação. “Em 2015, reunimos 30 mil motos, e esse ano será realizado no sábado, dia 30. Acreditamos que vamos conseguir reunir 40 mil motos nas vias do DF”, finaliza o idealizador do evento.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles








 





Além de capital do rock, Brasília já pode ostentar o apelido de “capital da moto”. A cidade é palco do terceiro maior encontro de motociclistas da América Latina – atrás apenas dos badalados Daytona Bike Week e Sturgis Motorcycle Rally, ambos realizados nos Estados Unidos. Após ganhar um upgrade no status, o Brasília Capital Moto Week movimenta a Granja do Torto até 31 de julho com 53 shows e muitas atrações.


Em sua 13ª edição, o evento dá destaque ao público feminino. “Uma das principais apostas para 2016 é o Espaço Lady Bikers, totalmente focado nas mulheres que prestigiam nosso evento”, explica a organizadora Juliana Jacinto. “A demanda para serviços exclusivos cresceu por conta da maior presença delas no evento. E não é porque é motociclista e apaixonada belo mundo das duas rodas, que não é vaidosa. Ao contrário, gostamos de cuidar da beleza, usar maquiagem e bijuterias, beber espumante”, diz. Quem passa pela área pode encontrar desde uma filial do salão Helio Diff até um auditório onde workshops como “Dicas de Maquiagem para usar nas Estradas” são ministrados.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Organizadores do evento, Marco Antônio e Juliana comemoram sucesso da bike week




Frequentadora de encontros de moto, a gaúcha Magali Barbiani aproveitou a estrutura para renovar a manicure. “Conheci meu namorado nessa tribo dos motociclistas. Ele vem, acampa com um motoclube e eu adoro. E também tenho várias amigas que participam. Até combinamos um encontro no MotoPub mais tarde”, conta.



O MotoPub indicado por Magali é outra grande novidade dessa edição. Com capacidade para atender até 500 pessoas, o bar patrocinado por uma importante marca de cerveja vira uma grande boate com DJ.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

A gaúcha Magali Barbiani aproveitou a estrutura para renovar a manicure



Outra inovação é o Saloon totalmente inspirado no Velho Oeste americano. A estrutura comporta uma barbearia especializada em serviços à moda antiga. As barbas detalhadas e o corte com efeito degradê foram os principais pedidos nos primeiros dias de evento, revela o barbeiro Thiago Araújo.


Vizinho ao salão está o Harley Rock Saloon, restaurante e bar que conta com touro mecânico, mesas de sinuca, música ao vivo e menu pensado para agradar os mais apaixonados por moto – os drinks tem nomes cheios de referências ao universo como Café Racer, Route 66, Sturgis Booster e 1903 Milwaukee.



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Thiago Araújo em frente à Barbearia Dom Cabral: cortes à moda antiga



É bem na saída do Harley Rock Saloon que o grupo de motociclistas de Santa Catarina chama atenção. Ao todo são nove integrantes de três motoclubes: Caldeira Negra, Canos Fumegantes e Seara Motoclube. Jaques Zorzetto anda de moto há 14 anos; Adriano Pydd, há 15; Ernani Longhi acumula 12; Luiz Jr, há 4; Carlos Weis tem mais de duas décadas de paixão pelas motos e Fábio Guillen pilota há 21 anos.



“O cansaço da viagem foi facilmente superado pelo evento. Ficamos na estrada por três dias, mas valeu a pena e já queremos voltar em outras oportunidades. Estamos acampados no camping local, curtindo os shows e as praças de alimentação”, elogia Fábio. Questionados sobre o fator econômico, eles acreditam que os valores não estão inflacionados. “Aqui não tem crise e também não se percebe uma exploração de preços em cima do motociclista”, aponta Adriano.



Em sua terceira visita, Ernani acredita que o evento já tem uma forte presença nacional. “Tem gente de todas as partes do Brasil e de vários outros países. É um encontro com selo brasileiro e que a gente espera o ano todo para chegar e poder reencontrar os amigos.”



GABRIEL PEREIRA/METRÓPOLESGabriel Pereira/Metrópoles

Integrantes dos motoclubes Caldeira Negra, Canos Fumegantes e Seara aprovaram o segundo dia de evento



“Este ano, aumentamos o espaço do evento para 250 mil metros quadrados. Essa mudança ocorreu porque o número de motociclistas fixos e motoclubes cresceu”, revela o idealizador do projeto, Marco Antônio. “Ao todo são 1,5 mil do Brasil e de países da América Latina, dos Estados Unidos, Canadá e da Europa e nossa expectativa é receber 650 mil pessoas nos 10 dias de evento. Vai ter muito amor a duas rodas com certeza”, brinca Marco.


Um dos momentos mais tradicionais do Brasília Capital Moto Week, o passeio motociclístico, também deve ganhar destaque na programação. “Em 2015, reunimos 30 mil motos, e esse ano será realizado no sábado, dia 30. Acreditamos que vamos conseguir reunir 40 mil motos nas vias do DF”, finaliza o idealizador do evento.



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